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SUMMARY:Exploring the role of sheared flows in the L-H transition
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DESCRIPTION:  O trasporte em plasmas toroidalmente confinados é dominado 
 por transporte turbulento\, o que resulta em perdas substanciais. Isto é 
 parcialmente mitigado pela operação em modo H\, caracterizado por gradie
 ntes de densidade acentuados e uma redução no transporte turbulento. Dev
 ido ao confinamento melhorado\, o modo H é considerado o modo de operaç
 ão mais favorável para reatores de fusão. Consequentemente\, muitos tra
 balhos têm-se dedicado ao estudo da transição L-H\, com foco particular
  no papel do gradiente de velocidade na supressão de turbulência.O prime
 iro objetivo deste trabalho foi avaliar a existência de um valor limiar n
 o gradiente da velocidade perpendicular necessário para aceder ao modo H.
  Medições de refletometria de Doppler foram analisadas e aproximadas por
  \\textit{splines}\, calculanto o gradiente médio da velocidade nas difer
 entes camadas do plasma. Os resultados indicam que não há nenhum valor c
 onsistente nessa quantidade.O segundo objetivo deste trabalho foi utilizar
  oscilações entre modo L e H para obter uma melhor resolução radial e 
 temporal\, permitindo acompalhar detalhadamente o desenvolvimento da veloc
 idade perpendicular\, turbulência e perfil de densidade. As oscilações 
 foram sinconizadas e a média foi calculada\, resultando numa significanci
 a estatística robusta. Os resultados indicam que a redução das flutuaç
 ões é acompanhada por um aumento do gradiente de densidade\, seguido de 
 um aprofundar do poço de velocidade. Estes resultados contrariam a visão
  tradicional do papel do gradiente de velocidade na supressão de turbulê
 ncia.
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 -key="8b325">O trasporte em plasmas toroidalmente confinados é dominado p
 or transporte turbulento\, o que resulta em perdas substanciais. Isto é p
 arcialmente mitigado pela operação em modo H\, caracterizado por gradien
 tes de densidade acentuados e uma redução no transporte turbulento. Devi
 do ao confinamento melhorado\, o modo H é considerado o modo de operaçã
 o mais favorável para reatores de fusão. Consequentemente\, muitos traba
 lhos têm-se dedicado ao estudo da transição L-H\, com foco particular n
 o papel do gradiente de velocidade na supressão de turbulência.<br/><br/
 ></p><p data-block-key="edf79">O primeiro objetivo deste trabalho foi aval
 iar a existência de um valor limiar no gradiente da velocidade perpendicu
 lar necessário para aceder ao modo H. Medições de refletometria de Dopp
 ler foram analisadas e aproximadas por \\textit{splines}\, calculanto o gr
 adiente médio da velocidade nas diferentes camadas do plasma. Os resultad
 os indicam que não há nenhum valor consistente nessa quantidade.<br/><br
 /></p><p data-block-key="4ctc6">O segundo objetivo deste trabalho foi util
 izar oscilações entre modo L e H para obter uma melhor resolução radia
 l e temporal\, permitindo acompalhar detalhadamente o desenvolvimento da v
 elocidade perpendicular\, turbulência e perfil de densidade. <br/><br/>As
  oscilações foram sinconizadas e a média foi calculada\, resultando num
 a significancia estatística robusta. Os resultados indicam que a reduçã
 o das flutuações é acompanhada por um aumento do gradiente de densidade
 \, seguido de um aprofundar do poço de velocidade. Estes resultados contr
 ariam a visão tradicional do papel do gradiente de velocidade na supress
 ão de turbulência.</p>
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