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SUMMARY:High Temperature Superconductors Modelling
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DESCRIPTION:Resumo:  Supercondutores de alta temperatura (HTSc) podem cond
 uzir densidades de corrente muito mais elevadas que condutores convenciona
 is\, sem as perdas associadas à resistência elétrica. HTSc têm tempera
 turas críticas maiores que 77K\, que corresponde à temperatura de ebuli
 ção do azoto líquido à pressão ambiente. Processos de arrefecimento q
 ue usam azoto líquido são menos caros e menos complexos que os processos
  que usam hélio líquido. Consequentemente\, HTSc são altamente vantajos
 os quando comparados com supercondutores convencionais para aplicações t
 ecnológicas. Modelar sistemas com HTSc é essencial. Atualmente\, os mode
 los usados baseiam-se numa lei de potências para a caraterística E-J. Es
 ta lei é baseada em observações experimentais e é uma aproximação ao
  Modelo de Estado Crítico de Bean. A altamente não linear relação E-J 
 resulta\, por vezes\, em computações numericamente instáveis e lentas. 
 Neste trabalho\, apresentamos um modelo para blocos de HTSc\, o modelo den
 sidade\, que é derivável da teoria fenomenológica de Ginsburg-Landau pa
 ra a supercondutividade. Este trabalho é desenvolvido sob a permissa de q
 ue a constante de Ginsburg-Landau tem um valor elevado e\, também\, sob a
  permissa de que a magnitude do campo magnético aplicado é elevada o suf
 iciente para que a distância entre as linhas de fluxo seja muito menor qu
 e o comprimento de penetração\, permitindo\, assim\, usar um modelo de c
 ampo médio. Para sistemas de YBCO e GdBCO com duas dimensões\, as distri
 buições de campo magnético dentro dos blocos para os dois modelos estã
 o em concordância na maioria dos casos. O modelo baseado na lei das potê
 ncias tem sempre tempos de computação menores. No entanto\, as simulaç
 ões que usam o modelo da densidade apresentam sempre convergência e o me
 smo não acontece para o modelo da lei das potências. Vários parâmetros
  são necessários para definir totalmente o modelo da densidade. O compri
 mento de coerência o comprimento de penetração e a constante de relaxa
 ção temporal são determinados por teorias microscópicas. Outros parâm
 etros\, como a densidade de corrente de nucleação\, são escolhidos heur
 isticamente. Estudámos o efeito de variar esses parâmetros nas distribui
 ções finais de campo magnético.
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 temperatura (HTSc) podem conduzir densidades de corrente muito mais elevad
 as que condutores convencionais\, sem as perdas associadas à resistência
  elétrica. HTSc têm temperaturas críticas maiores que 77K\, que corresp
 onde à temperatura de ebulição do azoto líquido à pressão ambiente. 
 Processos de arrefecimento que usam azoto líquido são menos caros e meno
 s complexos que os processos que usam hélio líquido. Consequentemente\, 
 HTSc são altamente vantajosos quando comparados com supercondutores conve
 ncionais para aplicações tecnológicas. Modelar sistemas com HTSc é ess
 encial. <br/><br/>Atualmente\, os modelos usados baseiam-se numa lei de po
 tências para a caraterística E-J. Esta lei é baseada em observações e
 xperimentais e é uma aproximação ao Modelo de Estado Crítico de Bean. 
 A altamente não linear relação E-J resulta\, por vezes\, em computaçõ
 es numericamente instáveis e lentas. Neste trabalho\, apresentamos um mod
 elo para blocos de HTSc\, o modelo densidade\, que é derivável da teoria
  fenomenológica de Ginsburg-Landau para a supercondutividade. <br/><br/>E
 ste trabalho é desenvolvido sob a permissa de que a constante de Ginsburg
 -Landau tem um valor elevado e\, também\, sob a permissa de que a magnitu
 de do campo magnético aplicado é elevada o suficiente para que a distân
 cia entre as linhas de fluxo seja muito menor que o comprimento de penetra
 ção\, permitindo\, assim\, usar um modelo de campo médio. Para sistemas
  de YBCO e GdBCO com duas dimensões\, as distribuições de campo magnét
 ico dentro dos blocos para os dois modelos estão em concordância na maio
 ria dos casos. <br/><br/>O modelo baseado na lei das potências tem sempre
  tempos de computação menores. No entanto\, as simulações que usam o m
 odelo da densidade apresentam sempre convergência e o mesmo não acontece
  para o modelo da lei das potências. Vários parâmetros são necessário
 s para definir totalmente o modelo da densidade. <br/><br/>O comprimento d
 e coerência o comprimento de penetração e a constante de relaxação te
 mporal são determinados por teorias microscópicas. Outros parâmetros\, 
 como a densidade de corrente de nucleação\, são escolhidos heuristicame
 nte. Estudámos o efeito de variar esses parâmetros nas distribuições f
 inais de campo magnético.</p>
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