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SUMMARY:Integration algorithms for charged-particle dynamics in magnetised
  plasmas
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DESCRIPTION:Resumo:Neste projeto de tese\, a validade do modelo centro-gui
 a (CG) foi testada a partir da comparação entre as trajetórias de órbi
 ta completa (OC) e de CG de alfas de fusão em configurações magnéticas
  complexas típicas de dispositivos de fusão.Para realizar as integraçõ
 es OC\, a funcionalidade da biblioteca \\textsc{gyronimo} foi estendida co
 m o sistema dinâmico da força de Lorentz em coordenadas curvilíneas e o
 utros algoritmos. Três integradores FO foram comparados: Boris Clássico\
 , Boris Curvilíneo e Runge-Kutta de 4ª ordem. Com base nas propriedades 
 de conservação das constantes de movimento dos algoritmos e no formato d
 a trajetória em campos eletromagnéticos simples em coordenadas toroidais
 \, o método numérico mais preciso para integrações longas foi escolhid
 o para as subsequentes integrações OC.Em seguida\, diversos casos de ór
 bitas de alfas obtidas por integrações OC e CG no equilíbrio magnético
  estático de um tokamak axissimétrico e de um stellarator não-axissimé
 trico foram comparados. Demonstra-se que\, apesar de os resultados OC e CG
  concordarem para o equilíbrio tokamak\, há casos em que as abordagens d
 iscordam nos campos magnéticos 3D mais complexos de um dispositivo stella
 rator.Para determinar a relevância das discrepâncias nas órbitas OC e C
 G no equilíbrio stellarator escolhido\, foi implementada e executada uma 
 simulação do confinamento de partículas alfas de fusão\, onde se verif
 icou que a abordagem OC previa mais do dobro de alfas perdidos que a abord
 agem CG. Além disso\, verificou-se que as alfas são perdidas na mesma re
 gião para ambos tipos de integração\, mas distribuídas de forma difere
 nte no interior da mesma.
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 ey="6fjft"><b>Resumo:</b></p><p data-block-key="7plve">Neste projeto de te
 se\, a validade do modelo centro-guia (CG) foi testada a partir da compara
 ção entre as trajetórias de órbita completa (OC) e de CG de alfas de f
 usão em configurações magnéticas complexas típicas de dispositivos de
  fusão.<br/><br/></p><p data-block-key="3pnb6">Para realizar as integraç
 ões OC\, a funcionalidade da biblioteca \\textsc{gyronimo} foi estendida 
 com o sistema dinâmico da força de Lorentz em coordenadas curvilíneas e
  outros algoritmos. Três integradores FO foram comparados: Boris Clássic
 o\, Boris Curvilíneo e Runge-Kutta de 4ª ordem. Com base nas propriedade
 s de conservação das constantes de movimento dos algoritmos e no formato
  da trajetória em campos eletromagnéticos simples em coordenadas toroida
 is\, o método numérico mais preciso para integrações longas foi escolh
 ido para as subsequentes integrações OC.<br/><br/></p><p data-block-key=
 "co7a1">Em seguida\, diversos casos de órbitas de alfas obtidas por integ
 rações OC e CG no equilíbrio magnético estático de um tokamak axissim
 étrico e de um stellarator não-axissimétrico foram comparados. Demonstr
 a-se que\, apesar de os resultados OC e CG concordarem para o equilíbrio 
 tokamak\, há casos em que as abordagens discordam nos campos magnéticos 
 3D mais complexos de um dispositivo stellarator.<br/><br/></p><p data-bloc
 k-key="m417">Para determinar a relevância das discrepâncias nas órbitas
  OC e CG no equilíbrio stellarator escolhido\, foi implementada e executa
 da uma simulação do confinamento de partículas alfas de fusão\, onde s
 e verificou que a abordagem OC previa mais do dobro de alfas perdidos que 
 a abordagem CG. Além disso\, verificou-se que as alfas são perdidas na m
 esma região para ambos tipos de integração\, mas distribuídas de forma
  diferente no interior da mesma.</p>
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