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SUMMARY:Radiation reaction in magnetized black holes
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DESCRIPTION:  ResumoNesta tese\, estudamos a reação à radiação eletro
 magnética de partículas carregadas em movimento circular em torno de um 
 buraco negro de Schwarzschild imerso num campo magnético assintoticamente
  uniforme. Sem considerar radiação\, as órbitas circulares neste sistem
 a estão restritas ao plano equatorial e podem ser caracterizadas como est
 ando na configuração positiva ou negativa\, dependendo se a força de Lo
 rentz aponta para fora ou para dentro da trajetória\, respectivamente. Se
  incluirmos a radiação\, a equação de movimento é a equação de DeWi
 tt-Brehme\, que inclui um termo de cauda complexo\; há resultados na lite
 ratura que afirmam que esse termo pode ser negligenciado.Assim\, neste tra
 balho realizamos uma análise do limite Newtoniano que mostra que a cauda 
 não pode ser negligenciada nesse limite\, a menos que toda a radiação s
 eja ignorada\, ou a curvatura em si seja negligenciável\, dois cenários 
 triviais em que nunca se usaria a equação DeWitt-Brehme.Também estudamo
 s a reação à radiação no regime de campo forte\, usando teoria de per
 turbações de buracos negros. Encontramos expressões para o fluxo de ene
 rgia no horizonte e no infinito em todos os modos multipolares\, para raio
  orbital e velocidade angular genéricos. Em seguida\, calculamos os fluxo
 s de energia propriamente ditos usando métodos analíticos (limitados a m
 ovimentos lentos e a modos de baixa frequência) e métodos numéricos\; o
 s dois concordam dentro do domínio de validade dos resultados analíticos
 . Para os valores da frequência do ciclotrão    estudados\, descobrimos 
 que o fluxo de energia total pode ser calculado com precisão arbitrária 
 (excluindo erros numéricos) usando um número finito de modos\; isso pare
 ce falhar para órbitas muito próximas ao horizonte de acontecimentos (ex
 istem órbitas estáveis nessa região para a configuração positiva). De
 scobrimos também que\, para órbitas na configuração positiva\, o aumen
 to do raio orbital leva a que a razão entre o fluxo de energia no horizon
 te e em infinito de aproxime do valor constante    para o modo dipolar\, e
 nquanto que tende para infinito para os multipólos de ordem superior. Fin
 almente\, em relação ao termo de cauda na equação de DeWitt-Brehme\, o
  caso de campo forte apenas reforça a afirmação anterior de que ele nã
 o pode ser negligenciado no estudo da reação de radiação na solução 
 de Schwarzschild em qualquer cenário não trivial.
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 <p data-block-key="f31gv">Nesta tese\, estudamos a reação à radiação 
 eletromagnética de partículas carregadas em movimento circular em torno 
 de um buraco negro de Schwarzschild imerso num campo magnético assintotic
 amente uniforme. Sem considerar radiação\, as órbitas circulares neste 
 sistema estão restritas ao plano equatorial e podem ser caracterizadas co
 mo estando na configuração positiva ou negativa\, dependendo se a força
  de Lorentz aponta para fora ou para dentro da trajetória\, respectivamen
 te. Se incluirmos a radiação\, a equação de movimento é a equação d
 e DeWitt-Brehme\, que inclui um termo de cauda complexo\; há resultados n
 a literatura que afirmam que esse termo pode ser negligenciado.<br/><br/><
 /p><p data-block-key="ejef">Assim\, neste trabalho realizamos uma análise
  do limite Newtoniano que mostra que a cauda não pode ser negligenciada n
 esse limite\, a menos que toda a radiação seja ignorada\, ou a curvatura
  em si seja negligenciável\, dois cenários triviais em que nunca se usar
 ia a equação DeWitt-Brehme.<br/><br/></p><p data-block-key="7mocl">Tamb
 ém estudamos a reação à radiação no regime de campo forte\, usando t
 eoria de perturbações de buracos negros. Encontramos expressões para o 
 fluxo de energia no horizonte e no infinito em todos os modos multipolares
 \, para raio orbital e velocidade angular genéricos. Em seguida\, calcula
 mos os fluxos de energia propriamente ditos usando métodos analíticos (l
 imitados a movimentos lentos e a modos de baixa frequência) e métodos nu
 méricos\; os dois concordam dentro do domínio de validade dos resultados
  analíticos. Para os valores da frequência do ciclotrão    estudados\, 
 descobrimos que o fluxo de energia total pode ser calculado com precisão 
 arbitrária (excluindo erros numéricos) usando um número finito de modos
 \; isso parece falhar para órbitas muito próximas ao horizonte de aconte
 cimentos (existem órbitas estáveis nessa região para a configuração p
 ositiva). <br/><br/>Descobrimos também que\, para órbitas na configuraç
 ão positiva\, o aumento do raio orbital leva a que a razão entre o fluxo
  de energia no horizonte e em infinito de aproxime do valor constante    p
 ara o modo dipolar\, enquanto que tende para infinito para os multipólos 
 de ordem superior. Finalmente\, em relação ao termo de cauda na equaçã
 o de DeWitt-Brehme\, o caso de campo forte apenas reforça a afirmação a
 nterior de que ele não pode ser negligenciado no estudo da reação de ra
 diação na solução de Schwarzschild em qualquer cenário não trivial.<
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